O Metalúrgico #500



Isso é a Usiminas: lucros seguem crescendo às custas de mais exploração contra os trabalhadores

Pressão cada vez maior por mais produção, desrespeito aos direitos, extensão da jornada com dobras e antecipações, assim a Usiminas segue ampliando seus lucros à custa de muita exploração contra o conjunto dos trabalhadores.

As siderúrgicas elevaram os preços do aço em mais de 20% em contratos de longo prazo com as montadoras que também seguem com a produção bombando.

Além disso, a Usiminas aplicou reajuste para os clientes industriais de 18 a 23%. Esses são mais alguns exemplos de que para os acionistas as coisas vão muito bem. Enquanto isso, os salários de quem produz o lucro continuam arrochados.

Os lucros aumentam, o preço do aço aumenta e para os trabalhadores o que aumenta? A pressão por mais produção, o arrocho nos salários e o desrespeito aos direitos.


Para enfrentar tudo isso só com muita luta

Mais uma Campanha Salarial está chegando e precisamos avançar em nossa mobilização em cada área, participar das atividades do Sindicato, pois só assim, unidos e em movimento que vamos defender nossos direitos



Isso é a Usiminas: lucros seguem crescendo às custas de mais exploração contra os trabalhadores

Pressão cada vez maior por mais produção, desrespeito aos direitos, extensão da jornada com dobras e antecipações, assim a Usiminas segue ampliando seus lucros à custa de muita exploração contra o conjunto dos trabalhadores.

As siderúrgicas elevaram os preços do aço em mais de 20% em contratos de longo prazo com as montadoras que também seguem com a produção bombando.

Além disso, a Usiminas aplicou reajuste para os clientes industriais de 18 a 23%. Esses são mais alguns exemplos de que para os acionistas as coisas vão muito bem. Enquanto isso, os salários de quem produz o lucro continuam arrochados.

Os lucros aumentam, o preço do aço aumenta e para os trabalhadores o que aumenta? A pressão por mais produção, o arrocho nos salários e o desrespeito aos direitos.

Para enfrentar tudo isso só com muita luta

Mais uma Campanha Salarial está chegando e precisamos avançar em nossa mobilização em cada área, participar das atividades do Sindicato, pois só assim, unidos e em movimento que vamos defender nossos direitos



Usiminas tenta esconder as péssimas condições de trabalho e segue dando calote nos adicionais de insalubridade

A cada dia, a direção da Usiminas inventa uma forma para tentar esconder as péssimas condições de trabalho que provocam os acidentes e o adoecimento. Também segue dando calote nos adicionais de insalubridade e preenchendo errado os PPP’s.

Dessa vez foi no Laminador L/A e LD. No mês passado, as chefias convocaram os trabalhadores do turno das 7 às 15 horas para virem trabalhar no turno da zero hora por três dias. E o que aconteceu durante esses dias? Durante o turno das 7 às 15 horas não teve nenhuma operação nessas áreas para que a Usiminas aprontasse mais uma, que foi fazer a medição do ruído nesses locais, ou seja uma medição de fantasia, que não tem nada a ver com a realidade, tudo para manter as condições de trabalho como

estão, não pagar o devido adicional e ainda dificultar o direito à aposentadoria especial dos trabalhadores.

E na Laminação à quente que entrou em operação no ano de 2011, os laudos ambientais estão sendo feitos de forma irregular, com as medições abaixo do real. E a desculpa esfarrapada da Usiminas é dizer que no período de 2011 a 2015 não existiam laudos para constatar se a área é de fato insalubre. Veja o absurdo: não fizeram ou sumiram com os laudos para mudar a situação na área e não pagar o adicional de insalubridade



Usiminas tenta esconder as péssimas condições de trabalho e segue dando calote nos adicionais de insalubridade

A cada dia, a direção da Usiminas inventa uma forma para tentar esconder as péssimas condições de trabalho que provocam os acidentes e o adoecimento. Também segue dando calote nos adicionais de insalubridade e preenchendo errado os PPP’s.

Dessa vez foi no Laminador L/A e LD. No mês passado, as chefias convocaram os trabalhadores do turno das 7 às 15 horas para virem trabalhar no turno da zero hora por três dias. E o que aconteceu durante esses dias? Durante o turno das 7 às 15 horas não teve nenhuma operação nessas áreas para que a Usiminas aprontasse mais uma, que foi fazer a medição do ruído nesses locais, ou seja uma medição de fantasia, que não tem nada a ver com a realidade, tudo para manter as condições de trabalho como estão, não pagar o devido adicional e ainda dificultar o direito à aposentadoria especial dos trabalhadores.

E na Laminação à quente que entrou em operação no ano de 2011, os laudos ambientais estão sendo feitos de forma irregular, com as medições abaixo do real. E a desculpa esfarrapada da Usiminas é dizer que no período de 2011 a 2015 não existiam laudos para constatar se a área é de fato insalubre. Veja o absurdo: não fizeram ou sumiram com os laudos para mudar a situação na área e não pagar o adicional de insalubridade



Amoi desrespeita direitos e segue tentando dar calote nos salários

A AMOI ao invés de pagar o que deve aos trabalhadores, tenta desrespeitar as reivindicações dos trabalhadores nessa Campanha Salarial e não pagar a dívida que já tem acumulada em relação a equiparação salarial. O Sindicato entrou com ação judicial exigindo a equiparação salarial, o processo vem desde 2013 para o conjunto dos trabalhadores.

A Amoi para tentar enterrar o processo, mente descaradamente dizendo que o processo é só para uma parte dos trabalhadores e quer enfiar goela abaixo uma proposta rebaixada de reajuste salarial e ainda acabar com o processo.


O Sindicato não vai desistir da ação judicial e nem aceitar nenhuma proposta que arroche ainda mais os salários e desrespeite os direitos dos trabalhadores.

Também estamos encaminhando mais uma ação contra a AMOI por conta dos contratos de trabalho irregulares. São mais de 40 trabalhadores que estão com contrato por tempo determinado, ou seja, é uma contratação errada que a empresa faz para não respeitar direitos básicos que estão no Acordo Coletivo de Trabalho.



Amoi desrespeita direitos e segue tentando dar calote nos salários

A AMOI ao invés de pagar o que deve aos trabalhadores, tenta desrespeitar as reivindicações dos trabalhadores nessa Campanha Salarial e não pagar a dívida que já tem acumulada em relação a equiparação salarial. O Sindicato entrou com ação judicial exigindo a equiparação salarial, o processo vem desde 2013 para o conjunto dos trabalhadores.

A Amoi para tentar enterrar o processo, mente descaradamente dizendo que o processo é só para uma parte dos trabalhadores e quer enfiar goela abaixo uma proposta rebaixada de reajuste salarial e ainda acabar com o processo.

O Sindicato não vai desistir da ação judicial e nem aceitar nenhuma proposta que arroche ainda mais os salários e desrespeite os direitos dos trabalhadores.

Também estamos encaminhando mais uma ação contra a AMOI por conta dos contratos de trabalho irregulares. São mais de 40 trabalhadores que estão com contrato por tempo determinado, ou seja, é uma contratação errada que a empresa faz para não respeitar direitos básicos que estão no Acordo Coletivo de Trabalho.



Mais pressão por produção e perseguição: é isso que significa o sistema de avaliação de desempenho da Usiminas

Esse sistema foi implantado com o único objetivo de impor mais pressão contra a cada trabalhador. As notas são dadas pelas chefias de um ano para o outro, os critérios de avaliação são definidos pela direção da usina, tudo é armado para sugar ainda mais o trabalho de todos nós e manter o arrocho nos salários.


Usiminas coloca a vida dos trabalhadores em risco

É o que está acontecendo no pátio de placas da Aciaria. A alteração do layout da área só serviu para colocar em risco a vida dos trabalhadores, pois o acesso que está sendo feito no pátio 2 é rota de movimentação de placas feita através das pontes rolantes. O absurdo é tanto, que a resposta das chefias é a seguinte: “os trabalhadores é que devem prestar atenção na movimentação de placas, pois a prioridade é a operação das pontes”. Estão tendo outras mudanças de layout como a instalação de balanças para pesar as placas de aço, tudo de acordo com a cabeça das chefias, sem o parecer técnico da engenharia de segurança e manutenção. Mais um exemplo de que para a Usiminas o que vale é seu lucro e pouco importa a vida dos trabalhadores.


Trabalhadores da Santos Cota cruzam os braços por direitos

Os trabalhadores na empresa Santos Cota estão em greve desde a segundafeira, dia 22, exigindo o pagamento do salário de dezembro de 2017, a 2ª parcela do 13º salário, além do Vale Refeição que estão atrasados.

O patrão fatura ás custas do trabalho dos metalúrgicos e agora quer abocanhar até os salários e os direitos.

A greve continua até que tudo que é devido aos trabalhadores seja pago



Mais pressão por produção e perseguição: é isso que significa o sistema de avaliação de desempenho da Usiminas

Esse sistema foi implantado com o único objetivo de impor mais pressão contra a cada trabalhador. As notas são dadas pelas chefias de um ano para o outro, os critérios de avaliação são definidos pela direção da usina, tudo é armado para sugar ainda mais o trabalho de todos nós e manter o arrocho nos salários.

Usiminas coloca a vida dos trabalhadores em risco

É o que está acontecendo no pátio de placas da Aciaria. A alteração do layout da área só serviu para colocar em risco a vida dos trabalhadores, pois o acesso que está sendo feito no pátio 2 é rota de movimentação de placas feita através das pontes rolantes. O absurdo é tanto, que a resposta das chefias é a seguinte: “os trabalhadores é que devem prestar atenção na movimentação de placas, pois a prioridade é a operação das pontes”. Estão tendo outras mudanças de layout como a instalação de balanças para pesar as placas de aço, tudo de acordo com a cabeça das chefias, sem o parecer técnico da engenharia de segurança e manutenção. Mais um exemplo de que para a Usiminas o que vale é seu lucro e pouco importa a vida dos trabalhadores.

Trabalhadores da Santos Cota cruzam os braços por direitos

Os trabalhadores na empresa Santos Cota estão em greve desde a segunda-feira, dia 22, exigindo o pagamento do salário de dezembro de 2017, a 2ª parcela do 13º salário, além do Vale Refeição que estão atrasados.

O patrão fatura ás custas do trabalho dos metalúrgicos e agora quer abocanhar até os salários e os direitos.

A greve continua até que tudo que é devido aos trabalhadores seja pago



Harsco agora quer seguir o Simees, vai trazer prejuízo para os trabalhadores

A Harsco, empresa contratada da Usiminas, e que há mais de 20 anos negocia por Acordo Coletivo, ou seja, trata diretamente com o Sindicato sobre direitos dos trabalhadores, veio com uma novidade para 2018: informou que este ano vai seguir a Convenção Coletiva de Trabalho do Simees, o sindicato das empresas metalúrgicas.

A empresa desde o ano passado vem protelando a assinatura do Acordo Coletivo de 2017/2018, inclusive já foi notificada pelo Sindicato mas até o momento não deu retorno.

O Sindicato informa que não concorda e não vai aceitar a mudança que só irá acarretar prejuízos para os trabalhadores, assim como tomará as providências cabíveis, tanto jurídicas como políticas.



Harsco agora quer seguir o Simees, vai trazer prejuízo para os trabalhadores

A Harsco, empresa contratada da Usiminas, e que há mais de 20 anos negocia por Acordo Coletivo, ou seja, trata diretamente com o Sindicato sobre direitos dos trabalhadores, veio com uma novidade para 2018: informou que este ano vai seguir a Convenção Coletiva de Trabalho do Simees, o sindicato das empresas metalúrgicas.

A empresa desde o ano passado vem protelando a assinatura do Acordo Coletivo de 2017/2018, inclusive já foi notificada pelo Sindicato mas até o momento não deu retorno.

O Sindicato informa que não concorda e não vai aceitar a mudança que só irá acarretar prejuízos para os trabalhadores, assim como tomará as providências cabíveis, tanto jurídicas como políticas.



Cartas do Zé Protesto

“Zé, o DDS no pátio de placas da Aciaria está sendo feito no antigo restaurante e, do começo ao fim da reunião, quem nos acompanha é um exército de mosquitos. É picada pra tudo que é lado.”

- A limpeza como em outras áreas, também não existe e dessa forma, além dos riscos que estamos expostos dentro das áreas, agora também tem o risco de pegar dengue. Enquanto isso a direção da usina está no bem bom protegida nas salas limpas e arejadas.

“Zé, as chefias devem estar fazendo uma competição pra ver quem ganha em ser mais sacana com os trabalhadores. E o

tal do Zeca Diabo, gerente geral da Manutenção, parece que está querendo ganhar, pois o cara desrespeita os trabalhadores e exige cada vez mais produção. “

- Não é a primeira vez que tem denúncia contra esse chefete e do jeito que vai indo o que ele vai ganhar é um processo judicial por prática de assédio moral e lá, não vai adiantar berrar e nem correr pra pedir ajuda para direção da Usiminas. “

“Zé, na vigilância patrimonial, os operadores de monitoramento da G4S são obrigados a trabalhar num calor infernal, pois o ar condicionado da sala operacional está quebrado já faz tempo e nada de conserto”

- A empresa só quer saber de arrochar os salários e piorar as condições de trabalho e para mudar essa situação é só colocando a indignação em movimento”



Cartas do Zé Protesto

“Zé, o DDS no pátio de placas da Aciaria está sendo feito no antigo restaurante e, do começo ao fim da reunião, quem nos acompanha é um exército de mosquitos. É picada pra tudo que é lado.”

- A limpeza como em outras áreas, também não existe e dessa forma, além dos riscos que estamos expostos dentro das áreas, agora também tem o risco de pegar dengue. Enquanto isso a direção da usina está no bem bom protegida nas salas limpas e arejadas.

“Zé, as chefias devem estar fazendo uma competição pra ver quem ganha em ser mais sacana com os trabalhadores. E o tal do Zeca Diabo, gerente geral da Manutenção, parece que está querendo ganhar, pois o cara desrespeita os trabalhadores e exige cada vez mais produção. “

- Não é a primeira vez que tem denúncia contra esse chefete e do jeito que vai indo o que ele vai ganhar é um processo judicial por prática de assédio moral e lá, não vai adiantar berrar e nem correr pra pedir ajuda para direção da Usiminas. “

“Zé, na vigilância patrimonial, os operadores de monitoramento da G4S são obrigados a trabalhar num calor infernal, pois o ar condicionado da sala operacional está quebrado já faz tempo e nada de conserto”

- A empresa só quer saber de arrochar os salários e piorar as condições de trabalho e para mudar essa situação é só colocando a indignação em movimento”

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