Agora é avançar na luta em defesa dos direitos, por melhores condições de vida e trabalho e seguir enfrentado os ataques do Capital e de qualquer governo contra a classe trabalhadora
O dia 30 de outubro de 2022 será lembrado como o dia em que milhões foram as urnas no Brasil para derrotar um desgoverno que retirou comida das crianças nas escolas e creches, que estimulou o ódio e a violência contra mulheres, negros, indígenas, LGBT’S, que ajudou patrões a aumentar o desemprego, o arrocho salarial e a retirada de direitos.
Foi o dia em que em milhões foram as urnas por mais de 700 mil vidas que foram arrancadas pela COVID 19 e pela negligência do desgoverno de Bolsonaro que tripudiou sob a dor de quem agonizava por falta de ar, que negou a gravidade da doença, que combateu as vacinas e atrasou a vacinação no país.
Foi o dia em que milhões foram as urnas em defesa das liberdades democráticas, liberdade que não foi concedida, mas conquistada através de muita luta de trabalhadores, estudantes que se colocaram em movimento contra um dos períodos mais sombrios da história recente do país; a ditadura militar financiada pela burguesia que torturou e matou muitos que lutavam por liberdade e direitos.
Derrotamos Bolsonaro, enfrentando a máquina do Estado que estava a seu dispor, enfrentando seu braço armado e seus milicianos. Bolsonaro que se move só pelo ódio e pela mentira, tentou enganar os mais pobres distribuindo às vésperas da eleição o auxílio emergencial que sempre foi contra, tentou proibir o transporte gratuito no dia das eleições e nesse 2º turno operou através da Polícia Rodoviária Federal para tentar impedir trabalhadores no Nordeste de votarem. A mesma Polícia que um dia após a eleição não está fazendo absolutamente nada contra os bloqueios em estradas realizada por empresas de transporte e alguns caminhoneiros que inconformados com a derrota bradam por um golpe militar.
Bolsonaro fez emergir do esgoto esses seres abomináveis que têm saudade da ditadura militar, que odeiam as mulheres, os negros, os indígenas, os LGBT’S, a classe trabalhadora e suas Organizações.
A primeira batalha foi vencida, mas para além de derrotar Bolsonaro é preciso exigir punição para todos os crimes cometidos por ele, seus filhos e sua corja que atentaram contra os direitos e a vida.
A Intersindical - Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora coerente com sua tarefa de contribuir de forma decisiva para reorganização e para o avanço da luta da classe trabalhadora decidiu pela indicação do voto no PT desde o primeiro turno, sem nenhuma ilusão com Lula e seu governo, mas para derrotar o governo miliciano de Bolsonaro.
Firmes fomos aos locais de trabalho e nas ruas mostrar a necessidade de derrotar o governo Bolsonaro, avançarmos na luta contra os ataques do Capital e exigindo do próximo governo a revogação de todas as reformas que atacam direitos como a reforma trabalhista e previdenciária, pela revogação de todas as ações do governo genocida que atacam os serviços públicos, os direitos e a vida da classe trabalhadora.
É na luta que vamos impedir que eles acabem, nos locais de trabalho, moradia e estudo avançar na consciência e na luta pelo fim da exploração e da opressão imposta por esse sistema de morte que é o capitalismo.
Todos trabalhadores com carteira assinada têm direito a essa gratificação. O valor é aguardado para as festas de final de ano como Natal e Ano Novo assim como colocar as contas que ficaram pendentes.
As empresas devem pagar pelo menos metade do 13º salário, entre 1º de fevereiro e 30 de novembro.
Normalmente é pago na data-limite de 30 de novembro. A outra metade do valor deve ser paga no máximo até 20 de dezembro. Se o salário do trabalhador tiver sido reajustado depois do pagamento da primeira parcela, ele deve receber a diferença junto com a segunda parcela.
Todos os trabalhadores com carteira assinada têm direito a receber o equivalente a um mês de salário extra, se tiver trabalhado o ano inteiro na empresa. Para aqueles que não cumpriram os 12 meses, o pagamento do 13º tem de ser proporcional ao período trabalhado. Por exemplo, se trabalhou seis meses, recebe metade do 13º.
O 13º salário é um benefício a ser pago obrigatoriamente a todos os trabalhadores que têm carteira assinada. O não pagamento é considerado uma infração e rende multa às empresas. O trabalhador que não receber o 13º Salário deve denunciar imediatamente para o Sindicato.
Você não recebeu a 1ª parcela da PLR vencida em setembro? Denuncie para o Sindicato.
- Reajuste Salarial: 11,73% (retroativo à 1º de abril)
- Piso salarial: R$ 1.900,00
- Vale Refeição/Alimentação: R$ 33,50 p/dia (quem recebe acima, acrescentasse 11,73%)
- Participação nos Lucros e Resultados (PLR): R$ 1.000,00 em duas vezes 1ª parcela até 30/09/2022 e 2ª parcela até 31/03/2023.
*O Sindicato informa que a proposta do piso salarial do Sindifupi é a seguinte:
- Empresas com até 15 trabalhadores: R$ 1.723,49
- Empresas acima de 15 trabalhadores: R$ 1.900,00
Se você ainda não é sócio aproveite a nossa Campanha de Sindicalização e preencha a ficha de inscrição. É muito fácil. Você também pode passar no Sindicato e já sai com a carteira de associado. Fique sócio, fique forte!
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é um direito de todo mundo que trabalha com carteira assinada. A cada mês trabalhado, o seu patrão deposita 8% do seu salário em uma conta de FGTS.
Se você ainda não acompanha o seu saldo, veja o passo a passo para consultar o FGTS pelo CPF. Assim, você terá certeza de que o seu valor é depositado corretamente todos os meses.
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No próximo boletim o Sindicato vai informar sobre a contribuição do INSS. Fique ligado!
05 de novembro de 2022